Acessibilidade, Natal - RN By Alexandre Guido

Oi Gisa,

Estou te escrevendo para contar como é a acessibilidade aqui em Natal-RN. Estou de férias passeando por vários pontos turísticos naturais e restaurantes.

Agumas coisas podem passar desapercebidas por mim pelo fato de não ser deficiente, mas pelo que converso com você pude observar algumas coisas que me causaram descontentamento.

O cadeirante praticamente não conseguiria fazer a maioria dos passeios de barco, de bugue, tomar banho de praia ou de lagoa. Nenhum desses passeios são adaptados. Todo o trajeto do carro, ônibus ou bug até as praias ou lagoas não possui nenhuma espécie de plataforma que possibilitaria o transito de cadeiras.

Já os restaurantes que frequentei, Camarões e Farofa d'água, o primeiro possui rampas e banheiro exclusivo para deficiente.

A cidade me parece preparada com calçadas rebaixadas em todas as esquinas, apesar de algumas delas esburacadas.

É isso Gisa, espero ter podido contribuir com seu trabalho sobre acessibilidade

Acessibilidade - GVT, Maringá - PR (Nota Dez) - By Marcos Melo

Agora ponto positivo é no meu trabalho.

Trabalho na GVT, la sim posso garantir a todos que em questão de acessibilidade estão de nota 10. Eles possuem banheiros com rampas de acessos anti-derrapante, dentro tem muita segurança para nos deficiente físicos, temos prioridades na cantina, alem de mesas especificas para cadeirantes na altura e medida certa,
dentro do call center os lugares são acessíveis,  não tem nenhum obstáculo que posso impedir, nosso trajeto.e essa acessibilidade.

Não é só para nos cadeirantes, mas também para tendentes que tem dificuldades de enxergar com computadores especiais e tem o surtel que é uma central de atendimento especial somente para nossos cliente surdos e mudos

Cinco cadeirinhas da acessibilidade para eles.

Acessibilidade - Club Caça e Pesca, Iguatemi - PR (Nota Zero) By Marcos Melo

Bom Gislaine, quero dar a minha contribuição ao seu blog.

Primeiro começando com o Clube Caça e Pesca de Iguatemi, onde tem vários eventos importante como o Baile de Hawai, tem uma infra-instrutra enorme, mas com relação a acessibilidade esta com nível zero.não tem banheiro adaptados e quando tem esses eventos os banheiros químicos não tem acessos para deficiente seja qual for a deficiência. Alem disso não há nenhuma segurança

 
Sem falar  no estacionamento não tem vagas reservadas a deficiente, e para chegar ate a piscina é degrau. Já pensei em ate ser sócio desse clube, mas para mim não da devido a acessibilidade

Levando em conta a acessibilidade do local a nota é ZERO, assim eles não ganham nenhuma cadeirinha da acessibilidade.

Acessibilidade Plena

Deparamos todos os dias com escadas, elevadores inadequados e portas estreitas, principalmente em construções antigas, além de apertadas vagas no estacionamento. Trata-se de um cenário considerado como normal em uma cidade. No entanto, esse mesmo cenário exclui um em cada mais de catorze brasileiros com determinados tipos de deficiência física. Para alterar essa situação é preciso vontade política, face a providências que precisam ser tomadas nos edifícios utilizados pelas diversas esferas do governo, e uma luta contínua no sentido de alterar essas situações nos variados ambientes privados.

No ano de 1999, o Ministério da Educação publicou uma Portaria (número 1.679) que obrigava as univer- sidades a se adaptarem para garantir o acesso de todos. Apenas pequenas adaptações têm sido feitas até agora, mas sabemos bem que, conforme o caso, a acessibilidade custa caro.

Alterações diminutas, como o rebaixamento de calçadas, de entradas de prédios e de pontos de ônibus não têm custo elevado. A construção de rampas, a instalação de elevadores, a abertura suficiente de portas para permitir a passagem de uma cadeira de rodas, a adaptação de banheiros significam despesas bem maiores.

Nos últimos anos, tem-se notado uma preocupação progressiva com as questões de acessibilidade de pessoas idosas e com deficiência física aos espaços, sejam eles de uso público ou não.

Esta mudança de atitude deve-se, em parte a uma alteração substancial de mentalidade, já que, a partir da década de 80, com a conscientização levantada pelo Ano Internacional das Pessoas Deficientes, criado pela ONU, a pessoa com deficiência física passou a ser vista mais sob a ótica da sua eficiência e não tanto da deficiência.

Para garantir o direito de livre acesso ao meio físico e de livre locomoção, reconhecido pela Constituição Federal, falta uma visão mais clara de obrigatoriedade, bem como uma ligação entre a Lei e os já existentes parâmetros estabelecidos pelas normas técnicas de acessibilidade da NBR 9050/1994, feita pela ABNT.

A acessibilidade é uma condição básica para a inclusão social das pessoas com deficiências ou que tenham necessidades especiais. Numa sociedade em que cada vez mais estamos utilizando modernas tecnologias de informação e de comunicação para estudarmos, informar-nos, trabalharmos e entreter-nos, acaba sendo prioritário para todos garantir a acessibilidade plena, inclusive para a Internet. De outra parte, ao projetar os espaços, os planejadores devem pensar em todas as condições de acessibilidade, sendo mais específicos os problemas de acessibilidade e utilização de equipamentos por parte das pessoas que usam cadeiras de rodas. Ao executar ou adaptar um projeto, seus construtores não podem deixar de considerar, por exemplo, condições antropométricas específicas destes usuários, já que a cadeira de rodas impõe limites à movimentação e também ao alcance manual e visual de seus usuários.

Eis algumas características das adaptações que devem ser feitas em edifícios, nos casos de instalações pré-existentes:

- As portas devem ter um mínimo de 0,80 m de vão livre.
- As portas devem ser de fácil abertura e as maçanetas devem ser do tipo alavanca.
- Deve existir uma área resistente ao impacto eventualmente provocado por bengalas e cadeiras de roda.
- Portas de áreas confinadas, tais como de banheiros, devem ter uma área livre de aproximação de 0,60 m.

A Lei Federal nº. 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dispõe sobre o atendimento e a acessibilidade das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, é muito clara até em certos pormenores.

Acessibilidade - Estação Academia, Maringá - Pr (Nota Oito)


Como saúde e boa forma são essenciais hoje em dia, resolvi, junto com a minha amiga Samarina, voltar a malhar. Ta eu sei que vocês devem estar pesando: Como ela vai malhar se não tem uma perna e nem pode ficar em pé? Digo que vocês ficariam surpresos com o que posso fazer, mas isso fica pra outra hora.

Resolvemos nos matricular na Estação Academia, mas antes fomos conferir a acessibilidade do local e me surpreendi com as instalações, primeiro porque eles tem uma vaga reservada bem na frente da academia, ta certo que ela nem sempre é respeitada, mas isso se deve mais a consciencia individual do que da academia em si.

Depois o acesso a toda a academia é bom, exixte uma rampa que facilita a entra de cadeirantes, o acesso a sala de musculação é otimo e a sala é ampla, o que permite um boa mobilidade entre os aparelhos.

O atendimento é outra coisa que merece elogios, desde a recepção ate os professores, todos são muito arenciosos e solicitos, alem de se preocuparem sempre com o bem estar de todo.

Mas como nada é perfeito ainda falta m vestiario/bannheiro adaptado, mas que, segundo a recepcionista, será providenciado em breve.

Levando em conta toda a estrutura da academia confiro uma NOTA OITO e QUATRO CADEIRINHAS da acessibilidade. Parabêns!!

O meu muito obrigado aos "Anjos de Farda"


Lopes

Depois de um ano do acidente vi que me esqueci de agradecer a algumas pessoas que foram fundamentais para que eu estivesse aqui hoje, se não fosse o bom trabalho deles seria quase impossível eu ter sobrevivido a aquele acidente.
Eu digo que eles são anjos de farda num carro vermelho, que vieram a terra salvar vidas e mostrar pra gente que vale a pena lutar por ela. Mas que muitas vezes passam despercebidos até precisarmos deles. E eles, apesar de passaram por muitas situações, não perdem o lado humano. Vibram com cada vida salva e algumas vezes choram por outras perdidas, mas sempre com a certeza de que fizeram o melhor que podiam.
Não desmerecendo o trabalho de médicos e enfermeiros, mas se não fosse o bom trabalho deles, o pessoal do hospital não teriam a chance de fazer seu trabalho, mas lógico que também foram fundamentais na minha recuperação, não tenho a mínima duvida e também agradeço a todos.
Mas nesse momento estou aqui para agradecer aos bombeiros que mesmo achando que as minhas chances eram pequenas fizeram de tudo para me manter viva e me levar o mais rápido possível ao hospital.
Obrigada INÁCIO, JOSÉ LUIZ, LOPES, DOUTORA RITA e todos os outros, vocês foram fundamentais na minha vida, vou sempre dever ela a vocês. Nunca vou conseguir agradecer o suficiente.

Apenas 28% das vagas destinadas a PPD´s são preenchidas no Brasil

Segundo estimativas do Ministério do Trabalho e Em­­prego, no Brasil existem 851 mil vagas reservadas para portadores de necessidades especiais, mas apenas 28% delas foram preenchidas. De acordo com a consultora Andrea Goldschmidt, outro fator que contribui para esse quadro é a falta de pessoas com experiência e qualificação. “Apesar da existência da lei, é importante lembrar que estamos falando de mercado, e que as empresas querem funcionários qualificados”, aponta.

Esse problema poderia ser amenizado com a oferta maior de cursos de qualificação. “Te­­mos 16,7 milhões de deficientes com idade entre 15 e 59 anos. Acho que faltam incentivos para inserir todo mundo no mercado de trabalho”, acrescenta Carlos Aparício Clemente, coordenador do Espaço da Cidadania.


A carência de conhecimento sobre a lei também é determinante. A procuradora do Minis­­té­­rio Público do Trabalho (MPT-PR), Thereza Cristina Gosdal, diz que isso ocorre apesar do trabalho do órgão, que desenvolve ações de conscientização, participando de audiências públicas e palestras pelo estado. O Tribu­­nal Regional do Trabalho também participa de atividades com essa finalidade. Ontem o órgão pro­­moveu uma reunião para debater a questão dos direitos dos trabalhadores com deficiência no Brasil, presidida pelo desembargador federal do Trabalho Ricardo Tadeu Mar­­ques da Fonseca, primeiro cego do país a ser nomeado juiz. O foco principal das discussões foi o desrespeito à lei de cotas para deficientes nas empre­­sas.


Necessária

Apesar de não cumprida com rigor no Paraná e no Brasil, para os especialistas, a lei, além de necessária, representou um avanço desde que foi instituída. Na opinião da procuradora Thereza Cristina, a lei gerou um progresso. “A situação é muito melhor do que há 10 anos. Essa lei ajudou a quebrar o preconceito que existia”, diz.

Para a consultora Andrea Goldschmidt, a postura tem que ser de inclusão. “A empresa não pode transformar a lei em um programa filantrópico. É importante que os empresários saibam que, na maioria das vezes, vão encontrar profissionais sem experiência, mas com qualificação. A em­­presa tem que estar disposta a investir um pouco mais nesse profissional.”

Sobre a lei, Andrea acha que se ela não existisse, as pessoas não estariam nem discutindo o assunto. “A lei tem um papel importante. Faz pensar. Não podemos excluir. Eu não cresci convivendo com um deficiente. Na maioria das vezes nós não fomos preparados para isso. Mas a lei fez com que nos adaptássemos e aceitássemos mais."

 
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